Você tem problemas na sua vida sexual?

Você tem problemas na sua vida sexual?

Já não sente desejo como antes?

Seu parceiro reclama que você não quer mais fazer sexo?

Sente dor em todas ou na maioria das relações sexuais?

A penetração é difícil ou não é possível?

Nunca sentiu orgasmo ou tem dificuldades para chegar lá?

Se você respondeu sim para pelo menos uma das perguntas você tem alguma disfunção sexual. Pois é, e você pensava que isso era normal, que todas as mulheres se sentiam assim. Esses são alguns dos sintomas de algumas disfunções sexuais femininas e sabe por que você achou que era normal? Porque a maioria das mulheres tem algum deles e como mulheres dividem suas vidas com outras mulheres você tem uma ou mais amigas que também responderia sim para alguma das perguntas.

Mas agora você vai conhecer todas as disfunções e suas causas e também vai saber como e quando procurar ajuda.

Desejo sexual hipoativo: total falta de interesse pelo sexo, como se ele não fizesse diferença.

Transtorno de excitação: incapacidade de manter a lubrificação ou excitação.

Anorgasmia: incapacidade de ter orgasmos.

Dispareunia: dor na relação sexual

Vaginismo: contração involuntária da musculatura da vagina, impedindo a penetração do pênis ou qualquer outro objeto.

Fobia ou aversão sexual: aversão do contato sexual ou comportamentos que levem ao sexo.

Fatores orgânicos

Para começar você deve procurar um medico e fazer todos os exames para excluir que a causa do seu problema não seja orgânica, como alterações hormonais, infecções, inflamações ou medicamentos.

Transtornos psiquiátricos alteram a atividade sexual e os medicamentos utilizados para o controle deles também.

Caso seja identificado alguma alteração, o medico fará o tratamento adequado e a paciente ficará livre da disfunção.

Pouca ou nenhuma preliminar
Muitos homens pulam a parte das preliminares ou gastam pouco tempo nelas. As mulheres precisam de um certo nível de excitação para que a vagina alongue e lubrifique adequadamente para receber o pênis e ter uma relação sexual prazerosa.

Quando a mulher não consegue chegar nesse estagio por falta de estimulação e faz sexo mesmo assim, ela sentirá dores desenvolvendo dispaurenia ou vaginismo e também transtorno do desejo hipoativo. Como uma mulher pode ter desejo por algo que só causa dor e desconforto.

De alguma forma essa mulher começa a sentir um objeto, pois só serve para satisfazer o parceiro então ela também pode desenvolver a aversão sexual, pois além de sentir dor também se sente usada.

Falta de dialogo na relação
A mulher que não se sente confortável para conversar com o parceiro sobre sexo, expondo o que gosta ou não gosta, também enfrentará dificuldade na relação sexual.

Mulheres que não se sentem a vontade com o parceiro devido a falta compreensão e confiança podem desenvolver vaginismo e baixa do desejo sexual.

Problemas no relacionamento
Desentendimentos em outras áreas do relacionamento como financeira, criação dos filhos, problemas familiares também podem influenciar na relação sexual.

Casais que brigam muito, conversam pouco, dificilmente discutem a relação consequentemente fazem menos sexo, pois estão chateados e magoados um com outro.

Excesso de atividades
Hoje em dia as mulheres tem uma jornada bem cansativa, pois além do trabalho tem a casa e as crianças para cuidar. Muitas vezes o parceiro não ajuda nas tarefas domesticas ou com os filhos e essa mulher fica sobrecarregada sofrendo de stress e cansaço.

O cansaço atrapalha o desejo e a excitação, pois essa mulher só quer descansar ou dormir e nem pensa em sexo e quando tem relação sexual só faz para agradar o parceiro então não está devidamente excitada causando dor e dificultando o orgasmo.

Traumas emocionais
Algumas mulheres sofreram traumas na infância ou adolescência como abuso ou violência sexual. Outras já sofreram algum trauma em relações anteriores. Além da maioria das mulheres terem sido criadas em uma educação rígida e repressora com relação a sexualidade. 

Na hora da relação os traumas ou a repressão sexual vem a tona e ela não consegue sentir prazer, podendo desenvolver vaginismo, dispareunia, transtorno do desejo ou excitação. 

A fobia ou aversão sexual não tem causas orgânicas, elas são causadas por traumas profundos que geram muito ansiedade frente algo que remete a relação sexual ou abuso sofrido no passado.

Essas mulheres precisam de um tratamento especializado com psicólogos ou terapeutas sexuais para se verem livres desses traumas, medos e repreensões melhorando assim sua vida sexual.

Conteúdos socioculturais
As proibições religiosas e sociais relacionadas a sexualidade feminina afetam todas as mulheres. O fato de verem assuntos relacionados ao sexo como por exemplo masturbação, sexo oral e anal como pecado atrapalham muito a vida sexual delas.

Essas mulheres se tornam reprimidas e tem dificuldades de assumir o controle do seu corpo, que é fator primordial para que elas alcancem o orgasmo ou tenham prazer na relação sexual, causando assim anorgasmia ou outras disfunções.

Nesses casos precisa-se de um orientação profissional para que consigam quebrar essas amarras culturais e religiosas para conseguir curtir o que o sexo pode proporcionar a elas. Dar poder e autonomia na hora do sexo a uma mulher possibilita que ela possa viver com plenitude sua vida sexual.

Os terapeutas sexuais ou sexólogos podem trabalhar com as causas levantadas e ajudar a mulher ou o casal a ter uma vida sexual mais saudável e prazerosa. Os terapeutas abordam durante a terapia assuntos como: relacionamentos, criação, educação, traumas e vivencias pessoais, e também trabalham com exercícios para serem feitos em casa com o parceiro para estabelecer comportamentos mais desejados.
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